02 de Outubro de 2014
Crianças não reconhecem expressões

Veículo: 
Bem Paraná Online

Uma recente pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, mostra que a nova geração de crianças superconectadas pode ter perdido uma habilidade muito importante: a identificação das emoções transmitidas pelo olhar e expressão facial. O estudo comparou crianças de 11 e 12 anos que passam a semana num internato a crianças que passam, em média, cinco horas por dia conectadas em seus celulares. O resultado foi que os internos conseguiram identificar emoções em testes com fotos e trechos de filmes muito mais precisamente do que os superconectados. "Em uma geração na qual as expressões são definidas por dialetos digitais como "kkkk" e "snif", é de se refletir sobre como essas crianças irão lidar com os desafios da vida adulta, com as suas emoções e com as emoções de quem está ao seu redor", salienta Eduardo Shinyashiki, especialista em comportamento humano e no desenvolvimento das competências de liderança aplicada à administração e à educação.

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Publicação mapeia os principais riscos a que estão expostos crianças e adolescentes nas cidades-sede do Mundial 2014 e apresenta as iniciativas desenvolvidas pela sociedade brasileira para garantir os direitos fundamentais desses grupos etários.