16 de Janeiro de 2014
Estresse materno pode afetar bebê ainda no útero

Veículo: 
Folha de Londrina

A gestação é cercada de grandes mudanças e as futuras mamães precisam ficar atentas para evitar o acúmulo de estresse. É fundamental pegar leve no trabalho, na alimentação e rotina. O estresse pode afetar o bebê ainda no útero, produzindo efeitos a longo prazo na vida da criança, sugerem pesquisadores alemães. "É impossível durante 40 semanas a mulher não se estressar; o que deve ser evitado é o extremo, ficar sob tensão intensa, por exemplo, conviver com um parceiro violento. O estresse provoca alterações biológicas em um receptor de hormônios e o bebê sente essa mudança, ele consegue ouvir os batimentos e inquietação da mãe", explica a psicóloga da linha de cuidados mãe-bebê, do Hospital Nossa Senhora de Conceição, de Porto Alegre (RS), Eliana Bernner. Segundo ela, as alterações sofridas pelo feto durante a gestação podem fazer com que a própria criança seja menos capaz de lidar com o estresse mais tarde.

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