Para Inge Kaul, responsável pelo projeto Global Public Goods, do PNUD, os bens públicos têm as seguintes características: não são excludentes (ou seja, a propriedade não se transmite de maneira trivial no mercado, nem seu uso pode limitar-se a um único indivíduo específico); sua propriedade não se determina facilmente (isso quando é possível fazê-lo) e o fato de um indivíduo consumir os bens públicos não quer dizer que outros não possam fazê-lo (logo, tais bens não competem entre si e não são indivisíveis). É o caso do ar puro.